Totaristan
O Canato de Totaristan é um estado jingoísta governado com mão de ferro por Totar, seu líder absoluto.
Durante a queda de Taprobana, o Alentejo mergulhou em anarquia, com a Revolução das Comunas a leste e o caos generalizado pelo restante da região. Totar emerge do conflito entre gangues na cidade de Évora como o líder da mais poderosa organização criminal de todo o concelho.
Com o controlo total de todos os bairros da cidade, Totar auto-proclama-se Cão de Totaristan e decide renomear a cidade de Évora em seu nome. Mesmo os membros mais fiéis do antigo cartel riam-se das suas pretensões, mas após a primeira execução em massa dos opositores do regime, passaram a fazê-lo em segredo.
Montadas a zebro, as tropas de Totar rapidamente conquistam a estepe alentejana até ao mar, sendo apenas repelidos a sul pelas fortificações de Astartia e a norte pelo rio Tejo. A leste, as hostilidades com as Comunas pararam quando Lisboa caiu para os Revivalistas Taprobanenses vindos de Apartamento. Uma aliança espúria foi formada entre Totaristan e os comunistas para a retomada da cidade, e mesmo após Totar ter sido proclamado Delegado de Lisboa, o acordo de cessar-fogo manteve-se.
Com o fim do período expansionista, Totaristan começou o seu processo de isolamento total com o exterior, demolindo a antiga ponte sobre o Tejo, e desmontando a linha de ferro que originalmente ligava Évora a Vidigueira. O investimento militar continua a ser o principal gasto, e Totar vê-se cada vez mais pressionado pelo Estado-Maior para continuar com campanhas militares contra os seus vizinhos mais fracos.