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Codyn

Viva os 3 poderes da liberdade

Codyn, uma nação desde sua criação, quando os primeiros romanos católicos chegaram nesta terra afastada, decidiu que seria desde o princípio uma nação católica, neutra e maleável a qualquer mudança, sempre mantendo a tradicional monarquia cody e seu feudalismo intrínseco. Quando Marcos Aurélio, primeiro imperador codyn, estava perto da morte, escreveu a “VI publicae venae”, na qual defendia que a população seria sagrada e sempre seria o começo e o fim da democracia cody (referência direta à passagem bíblica na qual diz que Deus é o alfa e o ômega, princípio e fim. Apocalipse 21:6-7). Anos mais tarde, um pensador de uma nação aliada ajudou a formular o princípio da cody trirenus. No começo, ele dividiu o poder com base na população e queria dar chance a todos seus descendentes a se elegerem, então, com o princípio democrático, colocou seus três filhos e dois sobrinhos para concorrer anos mais tarde, quando estava em seu leito de morte. Seus descendentes adotaram isso como tradição, que é seguida até hoje com fervorosa devoção por todos da nação.

Tudo começa com a população dos reinos que compõem as terras cody, que elegem os condes, dependendo do tamanho da população do respectivo reino. Por exemplo, o maior reino tem 32 condes. Os condes elegem os duques, que posteriormente formam as Familiae regiae (partidos políticos formados a partir de casamentos reais), basicamente sendo sua função eleger os próximos príncipes e vetar ou não as leis na nobilis cubicularis. As familiae regiae formam os partidos na rusticus cubicula, e seus partidos dentro da RC seguem ideologias que vão de acordo com a orientação política. Cada príncipe tem um mandato de 10 anos e representa a população dos seus respectivos reinos quando o imperador vigente falecer e a sanctum genus começar. O rei nunca teve poder absoluto; suas decisões devem ser aprovadas pela nobilis cubicularius (câmara dos príncipes, que veta ou não as leis propostas) e aprovadas por cada reino e suas respectivas rusticus cubicula (câmaras onde os condes e duques se reúnem para vetar ou não as leis vetadas pela Nobilis cubicularius nos seus respectivos reinos).